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Mostrando postagens de Março, 2012

O homem não é racional, é rotineiro!

O PENSADOR O Pensador   ( francês :   Le Penseur ) é uma das mais famosas esculturas de bronze do escultor francês Auguste Rodin . Retrata um homem em   meditação   soberba, lutando com uma poderosa força interna. Originalmente chamado de   O Poeta , a peça era parte de uma comissão do Museu de Arte Decorativa em Paris   para criar um portal monumental baseada na   Divina Comédia , de   Dante Alighieri . Cada uma das estátuas na peça representavam um dos personagens principais do poema épico. O Pensador originalmente procurava retratar Dante em frente dos Portões do Inferno, ponderando seu grande poema. A escultura está nua porque Rodin queria uma figura heroica à la   Michelangelo   para representar o pensamento assim como a poesia . 2 Rodin fez sua primeira versão por volta de   1880 . A primeira   estátua   (O Pensador) em escala maior foi terminada em   1902 , mas não foi apresentada ao público até   1904 . Tornou-se propriedade da cidade de   Paris   graças a uma contribu

Homenagem a TARSILA DO AMARAL

ANTROPOFAGIA Em janeiro de 1928, Tarsila queria dar um presente de aniversário especial ao seu marido, Oswald de Andrade. Pintou o 'Abaporu'. Quando Oswald viu, ficou impressionado e disse que era o melhor quadro que Tarsila já havia feito. Chamou o amigo e escritor Raul Bopp, que também achou o quadro maravilhoso. Eles acharam que parecia uma figura indígena, antropófaga, e Tarsila lembrou-se do dicionário Tupi Guarani de seu pai. Batizou-se o quadro de Abaporu, que significa homem que come carne humana, o antropófago. E Oswald escreveu o Manifesto Antropófago e fundaram o Movimento Antropofágico. A figura do Abaporu simbolizou o Movimento que queria deglutir, engolir, a cultura européia, que era a cultura vigente na época, e transformá-la em algo bem brasileiro. Outros quadros desta fase Antropofágica são: 'Sol Poente', 'A Lua', 'Cartão Postal', 'O Lago', 'Antropofagia', etc. Nesta fase ela usou bichos e paisagens imaginárias,

Imaginação e Inteligência

Aristóteles nos ensinou que a memória não trabalha diretamente com os dados sensíveis da realidade, e sim com os elementos que ficaram gravados na imaginação. Como a nossa mente usa os dados da memória para raciocinar, parece-me evidente que expandir a imaginação é o caminho mais adequado para aperfeiçoar a inteligência. A seleção das impressões com que “alimentamos” a nossa imaginação é, portanto, uma das mais importantes tarefas, não apenas para quem pretende seguir uma carreira intelectual, mas também a todos humanos que desejam valorizar sua capacidade cognitiva. Expandir a imaginação significa conhecer mais e mais possibilidades humanas, significa preparar o intelecto para a realidade. Nesta lógica, a quantidade e, principalmente, a qualidade das histórias que ouvimos, lemos ou vemos são fatores fundamentais.  Não é por outro motivo que desde a Antiguidade a literatura, o teatro e a tradição oral foram tão apreciados por todos os sábios.