Pular para o conteúdo principal

Postagens

Conselhos a um jovem escritor

Alguns conselhos do escritor Espanhol Cesar Mallorquí, para novos escritores que almejem seguir pela vida literária.  Conselho  1   Pergunta-te: Por que quero escrever ?  Quais são os verdadeiros motivos que te levam a escrever. Conselho 2   Terás que ler muito e escrever muito. Ler , porem com sentido analítico. Conselho 3   Tem que aprender a descartar. Aprendemos a escrever errando...Escreva, reescreva... Conselho 4    Copie bons escritores.Não se envergonhe em copiar escritores dos quais você admira . Não copie argumentos, personagens, mas os recursos que esse escritor utiliza, esses sim devem ser copiados. Conselho 5  - Petit a Petit , l´oiseau fait son nid ( Pouco a pouco o pássaro fez o seu ninho. Pouco a pouco você vai se tornar um grande escritor...Não deve tentar correr antes de aprender a caminhar , nem de voar antes de saber correr. Conselho 6 Concentre-se  nas 3 colunas que sust...

Monte fala sobre prisão política, boteco e livros

Durante o período de pesquisas, para compor os personagens do meu segundo livro: "Manhã de Sol Florida, Cheia de Coisas Maravilhosas " ( Finalista do Prêmio Sesc de Literatura 2014 ) me deparei com a figura do Sr.  Herbert Vicente Montenegro Felipe ou simplesmente  Monte.  Uruguaio de Montevidéu,  veio parar no Brasil em meados dos anos 70, fugindo da Ditadura Militar.  Personagem secundário da trama, se torna o melhor amigo de Miguel Martínez ( Personagem principal ) numa de suas andanças pela Lapa, no Rio de Janeiro.

Poema 20 - Pablo Neruda

(de Veinte poemas de amor y una canción desesperada) Dolores del Río . Fotografía de Tina Modotti, amiga del poeta PUEDO escribir los versos más tristes esta noche.    Escribir, por ejemplo: " La noche está estrellada,  y tiritan, azules, los astros, a lo lejos".    El viento de la noche gira en el cielo y canta.    Puedo escribir los versos más tristes esta noche. Yo la quise, y a veces ella también me quiso.    En las noches como ésta la tuve entre mis brazos.  La besé tantas veces bajo el cielo infinito.    Ella me quiso, a veces yo también la quería.  Cómo no haber amado sus grandes ojos fijos.    Puedo escribir los versos más tristes esta noche.  Pensar que no la tengo. Sentir que la he perdido.    Oír la noche inmensa, más inmensa sin ella.  Y el verso cae al alma como pasto el rocío.   Qué importa que mi amor no pudiera guardarla. ...

O exemplo uruguaio - 2013

MARIO VARGAS LLOSA - O Estado de S.Paulo Foi muito feliz a revista The Economist ao declarar o Uruguai "o país do ano" e qualificar como admiráveis as duas reformas liberais mais radicais tomadas em 2013 pelo governo do presidente José Mujica: o casamento gay e a legalização e regulamentação da produção, venda e consumo de maconha. É extraordinário que ambas as medidas, inspiradas na cultura da liberdade, tenham sido adotadas pelo governo de um movimento que, originalmente, não acreditava na democracia, mas na revolução marxista-leninista e no modelo cubano de autoritarismo vertical e de partido único. Desde que subiu ao poder, o presidente Mujica, que em sua juventude foi um guerrilheiro tupamaro, assaltou bancos e passou muitos anos na cadeia, onde foi torturado durante a ditadura militar, tem respeitado escrupulosamente as instituições democráticas - a liberdade da imprensa, a independência dos poderes, a coexistência de partidos políticos e eleições livres - ass...

Terapia usa literatura para tratar males da mente e da alma

“O psiquiatra identifica qual doença aflige o paciente e prescreve o livro específico para o tratamento. Com a receita em mãos, o doente vai até a biblioteca mais próxima e pega emprestada a obra sugerida”. Parece ficção, mas é a Biblioterapia, uma prática adotada este ano pelo governo da Inglaterra como política pública de saúde. Acorda Brasil! A técnica começou a ser difundida em larga escala na terra da rainha pela  Reading Agency  (Agência de Leitura), entidade responsável por mostrar os benefícios terapêuticos da biblioterapia. E até mesmo universidades como a de Sussex, através de pesquisas, já comprovaram a eficácia das palavras como bálsamo curativo. A biblioterapia vem sendo usada para tratar depressão, crises de ansiedade, bulimia e uma série de outros transtornos, somando 17 males da mente e da alma para o qual o livro certo tem a solução. Ou ao menos, é um coadjuvante valioso no tratamento. De livros técnicos que explicam em linguagem simples ao pa...

Desenhos e rascunhos de Guillermo Del Toro são reunidos em livro

O mexicano Guillermo Del Toro , de pérolas como O Labirinto do Fauno e do celebrado Hellboy, é também exímio desenhista.  E esse outro lado do diretor, roteirista e produtor será conhecido do público mundial a partir de 29 de outubro, quando chega ao mercado internacional o livro Gillhermo Del Toro Cabinet of Curiosities: My Notebooks, Collections, And Other Obsessions (Guillermo Del Toro Gabinete de Curiosidades: Meus Cadernos, Coleções e Outras Obsessões, em tradução livre).  Sem previsão de ser lançado no Brasil, o volume reúne rascunhos que dão ideia aos fãs dos filmes de Del Toro da riqueza do mundo imaginativo do diretor. Veja algumas páginas e a capa da publicação:  Reprodução do site :  http://literatura.atarde.uol.com.br/

Navegar é preciso, viver não é preciso

  No mundo das letras, sabemos que o processo criativo nem sempre se encerra na mente geniosa de um escritor capaz de gerar um mundo completamente isento da realidade que o cerca. Cada vez mais, estudiosos vem detectando que vários romances, contos, poemas e canções se mostram ricamente contaminados pelos valores de seu tempo. Em alguns casos, ainda é possível ver que o processo criativo também abraça referências históricas bastante remotas em relação ao tempo em que vive o autor. Ao falarmos que “navegar é preciso, viver não é preciso”, alguns logo citam a genialidade do escritor português, Fernando Pessoa. Indo um pouco mais adiante sobre o estudo dessa frase, aponta este que, o poeta ao mesmo tempo em que lançava uma sentença sobre a condição do homem, dialogava ricamente com a tradição histórica dos portugueses na exploração dos mares. Contudo, devemos saber que essa interpretação está longe de remontar as origens da afamada frase. No século I...