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Porque hoje é sábado, minha dica de filme, O Farol das Orcas [ Netflix ]

Baseado em uma história real, o filme encanta por vários motivos. Um deles é o cenário em que a maior parte da história foi gravada. O local onde trabalha e vive o guarda florestal Beto é um lugar paradisíaco, se chama  Península Valdés.Outro, é a bela história que é contada no filme.
Beto é chamado de "o encantador de orcas", as orcas são animais predadores que no filme, dilaceram ferozmente os leões marinhos da região. Mas ele mantém um relacionamento amigável com estes animais e não consegue imaginar-se longe deles. Lola que tem um filho autista, viaja para a Patagônia, a fim de que seu filho apresente alguma emoção ao ter a possibilidade de interagir com os animais do Parque, já que a única vez que o filho sorriu, foi quando ele assistiu o documentário do National Geographic, sobre o trabalho que Beto realizava com as orcas. Também de acordo com o site Minha Vida, um programa de tratamento precoce, intensivo e apropriado melhora muito a perspectiva de crianças peque…

Y me iré, para no verme más...

y mi cabeza se me enfrenta en una noche de solo pensar.. 
y la alegría se me escapa y la agonía vuelve a dominar.. 
el corazón de algún sufrido me acompaña hasta la terminal y me iré, para no verme más... 

Te quiero...

O Exercício de Escrever :A lição de Shelby Foote

Sempre que penso a respeito do exercício de escrever — isto é, a escrita enquanto trabalho efetivo, e não simples inspiração —, lembro-me do historiador e romancista Shelby Foote, infelizmente pouco conhecido no Brasil. Um dos aspectos surpreendentes no seu trabalho é o fato de ele jamais ter usado um computador. Na verdade, escreveu os três volumes de sua épica narrativa a respeito da Guerra Civil — The Civil War: A Narrative —, mais de 1 milhão de palavras, usando uma caneta de caligrafia, uma dip pen, que o obrigava a, sistematicamente, mergulhar a pena no tinteiro e, quando chegava ao final da página, secar a tinta com o mata-borrão. Gosto de imaginar Foote escrevendo. Ele passava o dia inteiro de pijama — e demorou 20 anos para terminar The Civil War. Vinte anos. Dia após dia, sentado à escrivaninha, mergulhando a pena no tinteiro, obrigado a trocar de pena após certo volume de páginas, e novamente escrevendo. Um lento, concentrado e amoroso esforço. Vinte anos de trabalho solit…